CAMPO ÁURICO (AURA)
© CAMPO ÁURICO (AURA)
Na mente humana todas as imagens que
são transformadas em corrente mental, preservam igualmente todas as suas
características. Assim, cada ideia tem uma frequência, um formato e uma onda
mental distinta.
Estas irradiações mentais, que
configuram um halo em volta do indivíduo, constituem a aura. Se você está
triste, emite um pensamento correspondente a esta tristeza, o qual é convertido
em uma determinada onda mental, a qual vibra de uma forma específica,
espelhando as condições mentais, os desejos, os sentimentos, as imagens
produzidas na mente.
Os nossos pensamentos são
transportados por fluídos, que são uma forma de energia que existe por todo o
universo, e são eles que permitem que o pensamento se propague (saiba mais em A
Gênese). O pensamento possui uma velocidade impressionante, basta que pensemos
em algo ou em alguém para que sua imagem surja imediatamente em nossa mente.
Da mesma maneira, o alvo de nossos
pensamentos é atingido rapidamente. Quem nunca pensou em alguém e logo em
seguida a pessoa envia uma mensagem ou liga? Logo usamos a expressão: “nossa,
você não morre mais”! O pensamento pode parecer inofensivo, mas não, ele
tem muita força. Por isso é importante vigiar o que passa em nossa mente.
Tudo no Universo e no ser humano é
constituído de energia. O Homem veste, durante a vida material, um corpo
físico, mas este está intimamente entrelaçado a uma corporeidade mais sutil, o
chamado perispírito.
Este corpo espiritual, rico em
recursos energéticos, é composto por fluidos que não se deixam delimitar pela
esfera orgânica e se expandem na forma de energia eletromagnética, a qual é
denominada aura.
O Homem é o único ser que detém o
poder do pensamento contínuo e o dom da reflexão. Através desta vibração,
pessoas mais sensíveis, mesmo que não possam visualizar a aura, podem
desvendar, mesmo que parcialmente, as emoções de um ser. (Fontes:Professor Rino Curti. Dor e Destino. Escola de
Educação Mediúnica, Tomo 2. Volume 1. Coligação Espírita.Regis de Morais. Curar
a Vida. Aspectos Mediúnicos. Editora Allan Kardec, Campinas, 2008, p. 145.)
A aura produz magnetismo, por
causa deste magnetismo, nos sentimos atraídos ou não (somos simpáticos ou não)
por certas pessoas, algumas mais do que as outras; em alguns casos, basta se
aproximar para se envolver numa maravilhosa onda de luz e paz, pois a energia é
tão contagiante que poderia até ser tocada. Outras pessoas, ao contrário,
provocam uma desagradável sensação de cansaço, como se roubassem nossa energia.
Este tipo de sensação reflete o poder da nossa aura.
Existem muitos sistemas que as pessoas criaram a
partir das suas observações para definir o campo áurico. Todos eles dividem a
aura em camadas, que definem pela localização, pela cor, pelo brilho, pela
forma, pela densidade, pela fluidez e pela função. Cada sistema se engrena no
tipo de trabalho que o indivíduo está “fazendo” com a cura.
Resumindo: Todas as doenças têm
início basicamente na parte mais densa do corpo etérico, na aura da saúde.
Podemos controlar a saúde básica do nosso corpo se cuidarmos dessa esfera
energética. Para manter a saúde, os órgãos do corpo têm de harmonia com todo o
organismo, bem como com os padrões ondulatórios do universo. Quando uma energia
exterior ou desestabilizadora entra em contato com o nosso campo energético, há
a possibilidade de ocorrer quatro coisas:
1– Reação saudável: Se a
influência perturbadora vem de fora e se o corpo ou determinados órgãos são
suficientemente fortes, eles ou refletirão de volta a vibração hostil ou a
assimilarão à sua própria energia, acabando por neutralizá-la.
2– Limpeza: Quando a vibração
desestabilizadora, seja de origem física ou emocional, perturba o fluxo
energético do corpo mesmo que temporariamente (pelo menos em uma parte
especifica do corpo), ocorre uma doença. Essa doença é uma atividade
purificadora dos processos autônomos de equilíbrio. Com frequência, são doenças
que causam uma descarga ou que provocam febre.
3– Distúrbio Crônico: Quando
a vibração estranha ou insatisfatória rompe ou bloqueia a corrente energética
por períodos mais longos de tempo, indicando que há frequências internas
ressonantes que não permitem o equilíbrio automático. Isso leva a doenças
crônicas, muitas vezes sem sintomas evidentes.
4– Degeneração: Quando o processo acima
continua e não há saída nem descarga, e as emoções e as crenças continuam
conservando sua frequência, outras partes do corpo podem ser afetadas. O
resultado é a doença degenerativa, que desarmoniza cada vez mais partes do
corpo. Esses quatro estágios da energia áurica em desequilíbrio foram
registrados em fotografias Kirlian da energia vital.
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